sábado, 25 de julho de 2009

Vive, sente e curte

Vive. Sente. Curte.
Vive tudo o que Ele te dá,
sente tudo o que vives,
curte tudo o que sentes!

Eu, tu, Ele. Somos NÓS.
Eu quero dar mais do que sou.
Tu queres ter mais do que és.
Nós... queremos viver para Ti.

Leva-nos para onde quiseres.
Faz de nós Teus servos.
E nós sê-lo-emos com amor.
Porque há amor em tudo e em todos.

(e viva a inspiração na tasca do tio António)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Reciclar faz bem à alma

Escrevo…
Por alguma razão?
Não sei falar de outra forma.
Podes aproveitar agora.
Se fosses reciclável…
E se for para sempre?
Para sempre tudo guardarás, e não quero.
Podendo guardar só para mim!!
Para sempre não consegues.
Pois não.
Tu também escreves, que eu sei!
Mas também falo.
E alguém te compreende?
Não.
Então não fales.
Mas eu falo por partilha.
Partilhas em vão. As palavras voam e são esquecidas.
E as escritas não?
Essas têm como eterno companheiro um pedaço de papel.
Que por vezes entranha-se demasiado.
É como tu, para quem falas.
Entranho-me?
Prendes-te e acabas por rastejar só para não te soltares.
Se me solto arranco uma parte de mim.
Então, toca e sente! Mas não te prendas…
Se toco… Se sinto… rendo-me e prendem-me!
Como as palavras escritas.
Tocam e logo se prendem.
E já não se soltam.
Podendo sempre reciclar.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Um dia tudo acabará

Um dia tudo acabará, e arrepender-te-ás!
Aproveita agora que sonhas.
Aproveita agora que vives.
Quando tudo acabar, nada restará.
Ficam presas as recordações a meras imaginações que acabaram por se tornar na saudade de um não ter.

Finges que vives?!
Lembra-te que um dia quererás fingir que morres, e já nada restará.
Já nada restará…nem o fingimento.
Não finjas que finges.
Sê tu!
Agora.
Porque depois, nada restará.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Rotina movida

Vou adormecer.
Vou acordar.
Uma rotina que se vai alterar.
Não pelo simples facto de acordar.
Mas porque nao te irei ver.

Até isso, irei aproveitar o ter.
E desperdiçarei o morrer.
Só sei que, para onde que que vá, tu irás atrás.
Nem que seja na mágoa de não de ter.

És uma vida colada á minha.
És a minha paixão elouquecida.
És quem és e não o deixas de ser.
Deixas quem és no meu ser.