Quantas vezes um dia, quantas vezes um momento, quantas vezes um gesto nos faz pensar e repensar que tudo pode ser aquilo que pensamos e que tudo pode ser aquilo que nunca imaginámos? Quantas e quantas vezes um juízo errado, um gesto falhado, um olhar frustrado já nos enganou? Quantas e quantas vezes nos enganamos acerca de alguém? Quantas e quantas vezes fazemos juízos precipitados, sem saber o porquê e como? E depois? Quantas e quantas vezes reparamos que estamos errados? Quantas e quantas vezes nos arrependemos?
São poucas as vezes que isto acontece, que reparamos que algo está errado em nós e não nos outros. E depois, chegado aquele momento, sentimos que tudo o que já nos passou pela cabeça é apenas algo passageiro, mas algo que nos “mentiu”, algo que nos fez ter uma visão completamente enganada do outro…
É difícil reconhecer o erro, mas quando vale a pena reconhece-lo por que não? Se calhar porque somos demasiado orgulhosos, arrogantes, e só pensamos em nós, porque só o nosso bem-estar nos importa. E os outros? Ignoramo-los? De certo seria o caminho mais fácil, e porquê escolher sempre o caminho sem obstáculos? Podemos sempre optar por um caminho onde os obstáculos abundam, e onde em cada esquina a felicidade e auto-realização superabunda, mas pode-nos parecer que essa esquina está longe, e num abrir e fechar de olhos ela aparece-nos à frente… E quando isto acontece, ficamos de tal maneira surpresos que, nem os gestos nem as palavras nos saem. Mas se as palavras nos começam a fluir e os gestos a executar, tudo se torna diferente. E as consequências vêm e só aí reparamos o quanto errado estávamos…
São poucas as vezes que isto acontece, que reparamos que algo está errado em nós e não nos outros. E depois, chegado aquele momento, sentimos que tudo o que já nos passou pela cabeça é apenas algo passageiro, mas algo que nos “mentiu”, algo que nos fez ter uma visão completamente enganada do outro…
É difícil reconhecer o erro, mas quando vale a pena reconhece-lo por que não? Se calhar porque somos demasiado orgulhosos, arrogantes, e só pensamos em nós, porque só o nosso bem-estar nos importa. E os outros? Ignoramo-los? De certo seria o caminho mais fácil, e porquê escolher sempre o caminho sem obstáculos? Podemos sempre optar por um caminho onde os obstáculos abundam, e onde em cada esquina a felicidade e auto-realização superabunda, mas pode-nos parecer que essa esquina está longe, e num abrir e fechar de olhos ela aparece-nos à frente… E quando isto acontece, ficamos de tal maneira surpresos que, nem os gestos nem as palavras nos saem. Mas se as palavras nos começam a fluir e os gestos a executar, tudo se torna diferente. E as consequências vêm e só aí reparamos o quanto errado estávamos…

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